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Notícias

Tudo o que tens de saber acerca da carta de condução por pontos!

A carta de condução por pontos é uma realidade em Portugal há já alguns anos. Mas será que sabes como funciona? Neste artigo explicamos-te tudo acerca dela.
Entrada em vigor a 1 de julho de 2016, não se pode considerar a carta de condução por pontos uma novidade. No entanto, apesar de já estar em aplicação em Portugal há algum tempo, o seu funcionamento ainda suscita algumas dúvidas.

Desde as contraordenações que levam à perda de pontos, ao número mínimo de pontos que uma pessoa pode ter na carta ou às formas como é possível recuperar ou até acumular pontos na carta de condução, neste artigo explicamos-te como funciona este sistema que, segundo a ANSR (Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária), é mais simples e transparente do que o anteriormente aplicado.

Com a entrada em vigor da carta de condução por pontos foram atribuídos a cada condutor 12 pontos. Para os perder basta um condutor praticar uma contraordenação grave, muito grave ou um crime rodoviário.

Ainda assim, os pontos não são subtraídos imediatamente após o condutor cometer um destes delitos. Na verdade, estes são subtraídos apenas na data definitiva da decisão administrativa ou no momento do trânsito em julgado da sentença. Caso queiras saber quantos pontos tens na tua carta de condução, podes aceder ao Portal das Contraordenações.

Contraordenações graves
As contraordenações graves (previstas no artigo 145º do Código da Estrada) custam entre 2 e 3 pontos. Alguns exemplos em que uma contraordenação grave leva à perda de 2 pontos são os seguintes:

Conduzir um carro sem seguro de responsabilidade civil;
Parar ou estacionar na berma das autoestradas ou vias equiparadas;
Circular em sentido contrário;
Exceder em 30 km/h o limite de velocidade fora das localidades ou em 20 km/h dentro das localidades.
Já entre alguns dos casos em que as contraordenações graves custam 3 pontos encontramos:

Excesso de velocidade superior a 20 km/h (motociclo ou automóvel ligeiro) ou superior a 10 km/h (outro veículo a motor) em zonas de coexistência;
Conduzir com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 0,5 g/l e inferior a 0,8 g/l. Para os condutores profissionais, condutores de transporte de crianças e condutores em regime probatório (com carta há menos de três anos) o limite está entre os 0,2 g/l e 0,5 g/l;
Ultrapassar imediatamente antes e nas passagens assinaladas para a travessia de peões ou velocípedes.
VÊ TAMBÉM: Detetores de radares de velocidade. Legais ou ilegais?
Contraordenações muito graves
No que diz respeito às contraordenações muito graves (elencadas no artigo 146º do Código da Estrada), estas levam à perda de entre 4 e 5 pontos.

Alguns dos casos em que se perdem 4 pontos são:

Desrespeitar um sinal de STOP;
Entrar numa autoestrada ou via equiparadas por um local diferente do estabelecido;
Usar os máximos (luzes de estrada) de forma a provocar encadeamento;
Não parar num semáforo vermelho;
Exceder em 60 km/h o limite de velocidade fora das localidades ou em 40 km/h dentro das localidades.
Já para perder 5 pontos na carta de condução é preciso, por exemplo:

Conduzir com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 0,8 g/l e inferior a 1,2 g/l ou igual ou superior a 0,5 g/l e inferior a 1,2 g/l quando se trata de um condutor em regime probatório, condutor de veículo de socorro ou de serviço urgente, de transporte coletivo de crianças e jovens até aos 16 anos, de táxi, de automóveis pesados de passageiros ou de mercadorias ou de transporte de mercadorias perigosas, bem como quando o condutor for considerado influenciado pelo álcool em relatório médico;
Conduzir sob o efeito de substâncias psicotrópicas;
Conduzir em excesso de velocidade superior a 40 km/h (motociclo ou automóvel ligeiro) ou superior a 20 km/h (outro veículo a motor) em zonas de coexistência.
Crimes rodoviários
Por fim, os crimes rodoviários subtraem um total de 6 pontos ao condutor que os cometer. Um exemplo de um crime rodoviário consiste em conduzir com uma taxa de álcool no sangue superior a 1,2 g/l.

Quantos pontos se podem perder de uma só vez?
Por norma, o número máximo de pontos que se podem perder por se ter cometido contraordenações simultâneas é de 6 (seis). No entanto, há exceções. Uma delas é se entre essas infrações que custaram pontos se encontrar a condução sob influência de álcool.

Selos para-brisas
Dicas
Afinal que selos são obrigatórios no vidro do carro?
Neste caso, o condutor pode ver os pontos subtraídos ultrapassarem os seis que se estabelecem como limite máximo. Para teres uma ideia, se um condutor for apanhado a circular fora de uma localidade a 30 km/h acima do limite e tiver um nível de álcool no sangue de 0,8 g/l não só perde os dois pontos pelo excesso de velocidade, como perde os cinco pontos pela condução sob o efeito de álcool, perdendo no total sete pontos.

Sem pontos ou com poucos? Eis o que acontece
Caso um condutor já só tenha 5 ou 4 pontos, este vê-se obrigado a frequentar uma ação de formação de Segurança Rodoviária. Caso não compareça e não justifique a ausência fica sem a carta de condução e tem de aguardar dois anos para a tirar novamente.

Já quando um condutor se vê com 3, 2 ou apenas 1 ponto na sua carta de condução tem de fazer a prova teórica do exame de condução. Se não o fizer? Perde a carta e tem de esperar dois anos para a tirar.

Por fim, como seria de esperar, se um condutor ficar sem qualquer ponto fica automaticamente sem carta de condução e tem de aguardar dois anos para a poder tirar novamente.

É possível ganhar pontos? Como?
Para começar, sim, é possível ganhar pontos na carta de condução. Para o fazer, um condutor tem de estar três anos sem cometer qualquer contraordenação grave, muito grave ou crime rodoviário. No total, o sistema de carta de condução por pontos prevê que o máximo de pontos acumulado possa ascender aos 15.

Mas há mais. Como se pode ler no site da ANSR: “A cada período da revalidação do título de condução, sem que sejam praticados crimes rodoviários e o condutor tenha frequentado voluntariamente ação de formação de segurança rodoviária, é atribuído um ponto ao condutor não podendo ser ultrapassado o limite de 16 (dezasseis) pontos“.

Este limite de 16 pontos apenas se aplica nos casos em que o condutor tenha ganho o tal “ponto extra” por intermédio das ações de formação de segurança rodoviária, sendo que em todos os outros casos o limite vigente é de 15 pontos.

Fonte: ANSR

Direitos de autor: https://www.razaoautomovel.com/2020/11/carta-de-conducao-por-pontos-como-perder-e-ganhar-pontos

Audi. Novos modelos Diesel já cumprem norma Euro 6d

A Audi acaba de anunciar que, 193 dos seus modelos equipados com motores Diesel e comercializados na Europa, cumprem já a norma Euro 6d, obrigatória por lei. É muito? Nada disso, se pensarmos que, só a extensa família A4 e A5, conta, segundo o fabricante, com um total de 58 combinações de motor/transmissão.
Todos os novos veículos da Audi, comercializados na Europa, cumprem as mais recentes normas de emissões Euro 6d-ISC-FCM.
Atualmente, já se encontram certificadas 193 variantes motor/transmissão, estando previstos mais alguns modelos no primeiro trimestre deste ano.
A marca alemã sublinha que nada foi retirado ao seu portfólio, como consequência desta mudança, nem sequer devido aos desafios levantados pelo COVID-19.
E se 193 combinações de motor e transmissão parecem algo excessiva, importa referir que, só as gamas A4 e A5, têm um total de 58 variantes de linha motriz, que depois são categorizadas por tipo de carroçaria – sedan, Sportback e Avant.
Apesar da norma de emissões Euro 6 ter entrado em vigor em 2015, com limites de óxido de azoto de 80 mg/km para motores diesel e 60 mg/km para propulsores a gasolina, a nova norma Euro 6-ISC-FCM está mais direcionada para as emissões em condução real (RDE)

Direitos de Autor: https://www.turbo.pt/audi-norma-euro-6d/

Tempo frio. Sabe quais os cuidados a ter com o automóvel?

Nos últimos dias tem sido frequente encontrar os veículos cobertos de gelo nas primeiras horas da manhã e nas zonas mais altas é mesmo possível vê-los cobertos de neve. Conheça alguns cuidados a ter com o automóvel com o tempo frio.
Durante os meses frios de inverno é normal a temperatura descer consideravelmente, levando à formação de gelo e mesmo à precipitação de neve nos locais onde é habitual (ou não) ocorrer esse fenómeno.
O frio e o gelo obrigam os condutores a terem cuidados redobrados para não terem surpresas desagradáveis, sobretudo naquelas manhãs que oferecem um “manto branco” a cobrir os veículos.
Para evitar danos graves nos veículos, a Confederação Espanhola de Oficinas de Reparação de Automóveis e Afins (CETRAA) decidiu divulgar algumas recomendações úteis aos automobilistas sobre os cuidados a terem durante o inverno, sobretudo quando a descida da temperatura leva à formação de gelo ou à queda de neve.
Apesar do inverno não ser tão rigoroso como noutras latitudes, algumas destas recomendações não deixam de ser úteis para os automobilistas.
Assim, se o pára-brisas tiver coberto de gelo ou neve, o automobilista não deverá utilizar água para o limpar, sobretudo se a temperatura for negativa.
A água fria provocará a formação de mais gelo, enquanto a água quente poderá levar à quebra do pára-brisas devido a uma mudança brusca de temperatura. A solução para remover a neve e o gelo acumulados nos vidros passa pela utilização de uma espátula e o resto deve ser limpo com uma mistura constituída por uma parte de água e duas de álcool.
Se as escovas estiverem “coladas” ao pára-brisas poderá ser utilizada essa solução de base alcóolica para as libertar com cuidado quando a capa de gelo já não seja muito espessa.

Cuidados com a neve!

Em estradas cobertas com neve é utilizado sal para ajudar na limpeza das mesmas. Os automobilistas devem levar em consideração este factor, uma vez que o sal misturado com a neve provoca corrosão na pintura e noutros elementos do veículo.
Para impedir essa situação é recomendável que não se deixe passar muitas semanas antes de levar o veículo a uma estação de serviço para que seja lavado numa máquina de pressão, sem esquecer as zonas interiores da carroçaria.
Em caso de nevão e se o veículo tiver ficado coberto por um manto branco durante vários dias será recomendável chamar um reboque para que seja transportado para uma oficina, que o deverá examinar. Isto deve-se ao risco de avaria no motor se na zona de admissão do veículo se entrar neve misturada para dentro do propulsor durante o arranque / ignição.
A CETRAA alerta para o estado das correias de distribuição nos veículos mais antigos, sublinhando que, regra geral, estão mais desprotegidas nas viaturas menos recentes, sendo recomendável verificar se o frio extremo não as danificou.
Igualmente importante é o cuidado com a bateria, cujo estado se pode degradar com o frio extremo. Se isto suceder pode provocar um mau funcionamento de outros elementos relacionados (centralina, sistema elétrico), sendo recomendável que o seu estado seja analisado por um profissional.
O automobilista também deverá verificar / controlar o estado dos fluidos, antes de iniciar a marcha, designadamente líquidos de travão, direção, refrigeração.

Direitos de Autor: https://www.turbo.pt/cuidados-a-ter-tempo-frio/

As 4 dicas para conduzir à chuva em segurança e evitar acidentes!

Com a chegada da chuva surgem, por norma, mais acidentes do que o normal. Isto leva muitas vezes a trânsito nas principais artérias das grandes cidades, o que leva a uma grande perda de tempo em filas de espera. Mas porque é que existem tantos acidentes? Esta pergunta tem várias respostas corretas, mas no sentido geral deve-se à redução de até metade da aderência do pneu com o piso escorregadio. O Automundo dá-lhe quatro dicas para conduzir com maior segurança quando o piso está molhado:

Os pneus têm de estar em muito boas condições;
Começamos pelos pneus por uma razão muito simples: é o único componente do veículo que se encontra em contacto direto com o piso molhado. Para a condução à chuva é de extrema importância que os pneus estejam em muito boas condições. Ainda assim, convém perceber que existem diferentes tipos de borracha. Há no mercado pneus vocacionados para piso seco, outros para piso molhado e ainda os mistos.
Para um pneu estar de acordo com as normas legais, os sulcos têm de ter uma profundidade superior a 1,6 milímetros. No entanto, é importante não deixar chegar a este valor porque isto é o mínimo aceitável. Quanto maior for, melhor será o escoamento de água que, por sua vez, melhora a aderência ao piso. Voltamos a relembrar, os pneus são muito importantes para a segurança de um veículo seja qual for a condição meteorológica, mas especialmente quando se está a conduzir à chuva.
É importante saber como reagir à aquaplanagem
Para quem não sabe, a aquaplanagem consiste na perda de aderência ao piso, quer seja pela passagem sobre um lençol de água ou porque a estrada está inundada. Caso isso aconteça, é importante que não entre em pânico. O melhor conselho que se pode dar é desacelerar o veículo com suavidade ao levantar o pé do acelerador de forma uniforme sem movimentos bruscos. Assim, deverá começar a sentir a direção ligeiramente mais pesada, o que significa que voltou a recuperar a aderência. No entanto, se isso não acontecer, utilize o travão mas de forma muito ligeira.

A distância para o carro da frente é ainda mais importante quando se conduz à chuva
A distância de segurança para o carro da frente é importante em qualquer tipo de condições da estrada. Contudo, ao conduzir à chuva deverá ser ainda maior. Isto porque ao conduzir neste tipo de condições a distância que necessita para imobilizar o veículo é bem maior. Aqui volta a entrar o ponto dos pneus que referimos em cima.

Visibilidade tem de roçar a perfeição
Este ponto está intimamente ligado com o anterior. A visibilidade tem de ser perfeita para poder antecipar possíveis dificuldades no caminho. Em caso de conduzir à chuva, é importante relembrar que os veículos, por norma, têm três velocidades de limpa para-brisas que se adaptam à intensidade com que ela cai. Este componente é, por vezes, algo esquecido pelos condutores por só ser utilizado numa época específica do ano. Mas é essencial que as borrachas do limpa para-brisas estejam nas melhores condições para que não afete a visão.

Por fim, há sempre a questão do embaciamento que causa graves problemas na visibilidade. Ao ligar o ar condicionado contra o para-brisas deverá conseguir solucionar o problema. Caso o veículo não tenha ar condicionado e esteja a ter dificuldades, procure parar o veículo em segurança e limpe o vidro. Para além disso, é importante ressalvar que parar na berma não é uma boa solução. Lembre-se que os outros utilizadores da estrada estão a ter os mesmos problemas e podem não conseguir evitá-lo.

Direitos de Autores: https://www.automundo.pt/lifestyle/quatro-dicas-para-conduzir-a-chuva-em-seguranca-e-evitar-acidentes/

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